Venho muito triste apenas e só... porque não provei amoras! O pessoal bem me avisou que amoras só em Julho ou Agosto, mas eu, nos meus sonhos, achava que podia encontrar umas amorazinhas, nem que fossem silvrestres! Ah pois é!!! É que eu julgava que só havia amoras silvestres, mas não... há amoras em árvores que são o dobro das outras, mas lamentavelmente não vos posso mostrar o tamanho, porque também não as vi, nem as comi! L
Venho sem AMORas na barriga, mas venho com muito AMOR na alma, o que é quase a mesma coisa!!! Os habitantes da aldeia são um mimo: os ovos de múltiplas gemas, os pepinos, os sorrisos, os abraços, as amêndoas da Páscoa, as minhas calças de gangas sersilhadas e a minha camisa branca (que levo aos programas de televisão) cosida, o pão caseiro, os doces de gila, a minha “colega” inglesa a aprender português comigo e eu a aprender inglês com ela, o meu “colega” peruano que me apresentou a Paula Fernandes, na bela música Sensações e que eu ouvi umas 11 vezes por dia... (ver em http://www.youtube.com/watch?v=-BWit9kFJUQ) bem... um sem fim de boas recordações! Venho muito preenchida!
Vejam as fotos de hoje!
Na primeira foto em cima, o pessoal do Centro da Convergência e dois dos estagiários que fizeram equipa comigo no sonho e a cadela que sempre me acompanhou dia-a-dia, a Rosita!
Na segunda foto em cima, o meu “colega” peruano e a minha “colega” inglesa ao pé do lindo jardim de flores do Centro de Convergência, com papoilas cor-de-rosa e lilases (coisa que nunca tinha visto).
Na primeira foto em baixo, apresento-vos o duche que fui hoje conhecer. Como vos disse ontem, hoje ia ver de um duche engraçado que há na aldeia. E conheci! Ora, do lado esquerdo da foto, a grelha de madeira tem restos de tudo e mais um par de botas e uma mangueira preta enrolada debaixo desse “entulho” todo, de 100 metros de comprimento, que através da exposição ao sol, aquece a água que está dentro da mangueira e que por sua vez, vai até ao chuveiro, que está do lado directo com canas na vertical.
Na segunda foto, é o centro de tanques, onde as pessoas da aldeia vão lavar as suas roupas. Nas paredes foram feitas umas pinturas, intituladas de BD a fresco (ver mais em http://centrodeconvergencia.wordpress.com/bd-a-fresco/) retratando momentos das vivências da aldeia. Uma iniciativa muito gira de se ver...
E pronto, foi assim a vida! Mais uma comunidade, mais uma volta a casa, que também é bom retornar e matar as saudades da bicharada lá de casa, com os belivadores incluídos, claro!!! Adoro essas "bichezas"!
E agora, um dos meus vídeos preferidos, que só não é o suprassumo da barbatana porque não é o meu gato! LooooL... http://www.youtube.com/watch?v=l9SUQVFhAFs

